A resposta de Hume é não. Segundo Hume, a nossa mente conhece unicamente as suas próprias perceções, isto é, as impressões e ideias que derivam das impressões sensíveis. As impressões são estados internos, subjetivos, e não podem constituir prova de que algo tem uma existência contínua e independente de nós. É a aparente constância das coisas (as coisas que vemos hoje são mais ou menos iguais às que vimos ontem) que nos leva a acreditar que têm uma existência independente das nossas perceções. Esta crença não é justificável para Hume."
Livro de Filosofia, página 193: O problema da existência do mundo exterior
Parece-me que tenho de dar razão ao David Hume, uma vez na vida.
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