Segunda-feira, sete de março de dois mil e onze
Costuma-se dizer que depois da tempestade vem sempre a bonança. Neste caso, não. Depois de um dia inesquecível como o de domingo, a chuva voltou a cair sobre as nossas cabeças, contrariando o famoso ditado popular. Para além da chuva, foi um dia vazio, sem aquela emoção tão típica; penso que o mais emocionante de tudo ainda foi a preparação para a peça do tradicional Fogo de Conselho, onde todos demos o nosso melhor para que tudo corresse na perfeição. Mas ainda assim, a chuva não deixou que o fogo ardesse como devia, tendo parte do nosso trabalho ido por água abaixo (literalmente).
Mais uma vez, associo a chuva a todas as contrariedades da vida e das circunstâncias (e os seguidores atentos do several mistakes, sabem disso), portanto, tal como o céu chora de forma contínua, também a mim me vêm as lágrimas aos olhos e se me adivinham tempos difíceis.
Foi o terceiro dia.
Nota: Agora que escrevo isto (este post foi escrito no mesmo dia em que foi publicado), sei que tinha razão, na altura, para estar com lágrimas à espreita.
2 comentários:
Acho qur fizeste muito pouca referência à peça do Fogo de Conselho :C
concordo com o João :c
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