quinta-feira, 23 de junho de 2011

meros cinco milhões e cento e oitenta e quatro mil segundos;

Sim, é verdade: dizem que já passaram dois meses. Dois meses, não é incrível? Parece que ainda foi ontem que a ansiedade para que chegassem as quatro e meia da tarde se apoderava de nós e nos fazia tremer de nervosismo e felicidade ao mesmo tempo. Mas não. Mesmo não parecendo, já passaram sessenta dias: mil e quatrocentas e quarenta horas da felicidade mais pura e verdadeira; oitenta e seis mil e quatrocentos minutos perfeitos – ou mais que isso até. O que é certo é que, graças à tua presença e ao teu amor, estes últimos cinco milhões e cento e oitenta e quatro mil segundos foram os mais perfeitos que a minha vida já teve.

E, concordemos, nestes dois meses crescemos bastante. Por vezes, sinto dificuldade em acompanhar certas mudanças que acontecem em nós, pois nem sempre são coisas muito drásticas e muito visíveis. Mas releio conversas que tínhamos há uns tempos, olho para publicações e respostas nas redes sociais e lembro-me de certas atitudes e comportamentos que tínhamos antes do nosso inesquecível vinte e três de Abril; e definitivamente concluo: mudámos. Há quem diga que esta mudança tenha trazido mais responsabilidade; eu, porém, acrescento mais: trouxe felicidade – felicidade eterna. Outros afirmam que é uma fase importantíssima das nossas vidas que deve ser vivenciada ao máximo, ao pormenor; eu, porém, corrijo: têm sido os dias mais perfeitos das nossas vidas. E depois, há ainda quem despreze, quem ridicularize, quem tenha inveja e quem odeie. Eu, porém, desprezo quem despreza, odeio quem odeia, amo quem ama: amo-te.

E assim, meu amor, dois meses passaram e a nossa vida mudou. Dois meses passaram e este sentimento único se aprofundou. Dois meses passaram e uma certeza em mim se afirmou: apenas ao teu lado a minha vida faz sentido, porque, assim como o Homem não vive sem o seu oxigénio – senão sufoca –, um Panda não vive sem a sua Lontra – senão sufocaria na mágoa e na angústia de não ter razão para acordar todos os dias e olhar o Sol que nasce para si –. E é por tudo isto que, depois de dois meses passados no seio da felicidade mais verdadeira, te peço: nunca me abandones, Sol da minha vida; ajuda-me a viver cada segundinho que nos espera sempre de sorriso nos lábios e alegria no coração, pois estes cinco milhões e cento e oitenta e quatro mil segundos foram apenas os primeiros de muitos segundos perfeitos que hão-de vir – os primeiros de uma contagem até a qualquer coisa como infinito mil ao cubo (mais cinco minutos – ou deverei dizer trezentos segundos?).

Amo-te

3 comentários:

Anónimo disse...

muitas felicidades :D
desejo-vos tudo de bom !

Maria João disse...

Quase que chorei, sabes bem :')
AMO-TE!

Anónimo disse...

de nada :D